
Arthandy quer ser um exemplo de como desenvolver economias criativas em países em vias de desenvolvimento e torna-los competitivos dentro de um mercado globalizado. O projecto inicia-se no Brasil onde artistas e artesãos são selecionados, organizados e capacitados em artes e artesanato dentro de um espiríto empresarial.
Arthandy pode ser considerado um projecto ecuménico e intercultural sem barreiras de idioma, raça, cultura porque todos os participantes se sentem unidos por uma linguagem comum universal, a da ARTE.
Interculturalidade que, pela força comunicadora da arte, valoriza trocas, cooperação e paz entre culturas diferentes, é um caminho para implementar iniciativas transnacionais baseadas na econmia criativa.
É importante salientar que Arthandy é uma iniciativa de mudança social. De facto pretende dar ás novas gerações um horizonte existencial de novas oportunidades de trabalho.
A valorização de habilidades manuais (que estão desaparecendo entre as novas gerações) e o seu enriquecimento professional com novos conteúdos e design finalizados à criação de novos produtos orientado ao mercado, são fortes elementos de apelo ocupacional para fixação de jovens em área rurais com preservação de culturas e tradições locais. Por todas as razões referidas acima A Open City (Cidade Aberta) acredita que Arthandy é uma iniciativa com merito de contribuir para as Metas do Milenio.
"O futuro do trabalho dos artistas estará conectado com inovação que lhes permite a criação de produtos finalizados a mercados específicos. Os artistas Americanos estão desde já observando as últimas tendencies e isso lhes dá uma vantagem."
Cheryl Stone, membro do Conselho de artesanto Americano (Handmade in
America's Craft Advisory Council)
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